380 - Strudel de damasco e os Segredos da Cozinha Alemã (Parte II)
Ingredientes:1
xícara bem cheia de farinha de trigo
1
colher (de café) rasa de sal
1
colher (de chá) de óleo
1
colher (de sopa) de água morna
1 ovo
Recheio:
5
colheres de sopa de açúcar
1 ½
xícara de purê de damascos, cozidos no vapor (frescos ou
secos)
½
colher (de café) de canela em pó
1/3
xícara de passas sem sementes
2
colheres (de sopa) de farinha de rosca
1 colher
de sopa de manteiga
Modo de fazer:
Massa:
Junte
todos os ingredientes e sove a massa vigorosamente, batendo-a na
pedra. Deixe descansar, enrolada num pano úmido, por cerca de
uma hora.
Abra-a,
então, com as mãos, formando uma banda de dois palmos
de comprimento por um de largura.
A massa
deve ficar transparente como papel fino.
Descanse-a
sobre um pano enfarinhado.
Coloque
o recheio só em metade de largura. Dobre as duas extremidade
sobre elas. Dê uma volta para fechar o doce, enrolando o que
restar, sem apertar. Coloque em uma assadeira untada. Pincele com a
gema misturada com óleo e leve ao forno pré-aquecido,
com temperatura de 200°C, durante 15 minutos.
Pincele
novamente, polvilhe com açúcar e deixe no forno, com
temperatura moderada de 175°C até estar sequinho, dourado
e crocante.
Recheio:
Misture
tudo, menos a manteiga.
Utilize
sobre a massa, conforme indicado acima, colocando a manteiga sobre o
recheio.
Rendimento: 6 porções.
COZINHA É CULTURA
Os segredos da cozinha Alemã (Parte II)
O kassler, a costeleta de suíno defumada que também é parte integrante do choucrout garnie, revela uma faceta interessante da cozinha alemã: os defumados. De novo, a presença marcante do suíno. Neste setor, os presuntos defumados de westaphalia, com aroma de zimbro, estão entre os mais famosos do mundo.
Mas talvez seja com o eisbein, o típico joelho de suíno, que o choucrout seja mais popular no Brasil. Normalmente este joelho de suíno é apenas cozido, mas o eisbein à pururuca é realmente uma excelente variação sobre o mesmo tema.
Na Alemanha são comuns os pratos com paladar levemente azedo, meio azedo e meio doce. E esse paladar aparece um pouco nas costeletas com molho picante e no filé com pepino.
A carne marenada, a sauerbraten, se espalhou também pelo mundo e reflete o paladar por carnes cozidas com molho marcantes. Aliás, essa carne é preparada de uma maneira que lembra os pratos de caça outra grande paixão Alemã.
É a cerveja, e não o vinho, a companheira habitual do Alemão à mesa. Afinal, um país que consome perto de 150 litros de cerveja por habitante (velhos e crianças incluídos) a cada ano tem mais de 1.200 cervejarias, tem mesmo de ter muito amor por essa bebida. Nas regiões tipicamente vinículas, como Baden, Rhenania, Mosel e outras, se consome muito vinho, mas muitas vezes fora da refeição. Os vinhos brancos alemães são normalmente doces, e excelentes para muitas ocasiões, mas que dificilmente se casam com a cozinha local.
E esse amor à cerveja também aparece na cozinha, pois são muitos os pratos preparados com ela, entre os quais o lombo cozido na cerveja.
A cozinha Alemã também é rica em receitas de peixes, dos defumados do mar do norte, ideais para o clima frio da região, aos salmãos do Reno. O gratin de peixe é uma receita da Baviera e combina o peixe, a batata e o ligeiro paladar picante da mostarda.
O receituário Alemão é realmente rico e variado, mas talvez seja na confeitaria que ele atinja o seu auge. O alemão gosta muito de doces, que come após as refeições e também nos chás da tarde. A confeitaria Alemã se rivaliza com a vizinha Áustria, reconhecida como uma das melhores do mundo. A Floresta Negra é um dos representantes mais ilustres dessa arte assim como a suas massas folhadas que compões os maravilhosos strudel, dos quais o de damasco é um exemplo.
Fonte: Companhia União dos refinadores açúcar e café




